Archive for August, 2009

Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #016 – Kraftwerk

kraftwerk

Kraftwerk (pronuncia-se “Kraftvárk”) é um grupo musical criado nos anos 70 cujo estilo eletrônico experimentalista influenciou toda uma geração de entusiastas de música eletrônica pelo mundo, e que ainda influencia e cria ramificações musicais até os dias atuais.

Nascido no fim dos anos 60 no Conservatório Musical de Düsseldorf pela amizade de Florian Schneider e Ralf Hütter, dois estudantes simpatizantes do Krautrock (movimento musical experimentalista alemão da época, onde artistas aplicavam técnicas e idéias pouco ortodoxas para produzir sons e padrões musicais) estes inaugurariam e conduziriam os trabalhos do grupo pelo caminho eletrônico com o uso de sintetizadores analógicos e órgãos.

Seu primeiro trabalho comercial, “Autobahn”, vinha com uma faixa de incríveis 23 minutos de ambientações e atmosferas criadas artificialmente com apetrechos eletrônicos e sintetizadores de forma que o ouvinte tinha a impressão de estar realmente viajando pela auto-estrada alemã (lembro-me até hoje do vinil que eu e meu irmão tínhamos, a faixa ocupava todo um lado do disco!). Outra faixa deste mesmo álbum, “Kometenmelodie 2″, tornou-se um dos primeiros clássicos eletrônicos do mundo. Com o sucesso comercial de Autobahn, a dupla investe no ‘upgrade’ de seu estúdio caseiro, o Kling Klang Studio, e os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos juntam-se ao Kraftwerk para o primeiro tour promocional do álbum.

O próximo álbum, Radioactivity (Radio-Aktivität) traria atmosferas etéreas e as primeiras experimentações sônicas, com faixas como “Geiger Counter”, “Radioland”, “Airwaves”, “The Voice of Energy”, “Transistor” e “Ohm sweet Ohm”. O uso de vocoders, sequenciadores e o uso e abuso de moduladores de frequência e osciladores já era presente em todo o álbum – e com base nessa identidade musical o grupo seguiria em diante com composições cada vez mais experimentais, adicionando às faixas trechos sampleados de estações de rádio e TV, toques de telefone, máquinas de telex e computadores em funcionamento, etc. Os próximos álbums seriam “Trans-Europe Express” (referindo-se à extinta rede de trens alemã), sendo “The Man-Machine” o álbum que inauguraria a identidade “robótica” do grupo. Com faixas como “The Robots” (We’re Functioning AutomaTIK and We’re Dancing MechaNIK!), “Spacelab”, “Metropolis”, “The Model”, “Neon Lights” e “The Man-Machine”, o grupo já assumia o visual tradicional nas apresentações ao vivo – os quatro se apresentavam operando os teclados e sintetizadores no palco como se fossem robôs operando mainframes.

“Computer World” é considerado por muitos como o melhor trabalho do grupo. Faixas como “Computer World”, “Pocket Calculator” (I’m the operator with my pocket calculator! bip-bip bipbipbipbip…), “Numbers”, “Computer Love”, “Home Computer” e “It’s More Fun to Compute” eram verdadeiras declarações de amor dos engenheiros pelas suas calculadoras científicas e computadores pessoais, e com as quais os entusiastas de programação do mundo todo se identificaram num piscar de olhos. Várias faixas foram usadas no Brasil na época em comerciais de escolas de computação e background music de documentários de TV sobre assuntos tecnológicos e científicos.

Com o fim dos anos 70 e início dos anos 80 e o advento da próxima geração de sintetizadores programáveis, vários outros grupos de música eletrônica começaram a despontar pelo mundo, fazendo com que o Kraftwerk ficasse um pouco apagado na emergente nova cena eletrônica. Os próximos álbums “Tour de France” e “Electric Café” passaram quase despercebidos pela avalanche de novos grupos que começavam a ser despejados nas billboards americanas e européias. O grupo ainda existe e faz shows frequentes (abriram um show para o Radiohead no Brasil em março deste ano), e a performace no palco emociona os velhos fãs da banda – os robôs operando mainframes ainda estão lá, imóveis e imortais.

Por quê é essencial?

O Kraftwerk inaugurou a música eletrônica moderna. Conhecer a história do grupo é interessante não apenas do ponto de vista musical, mas também pela paixão dos integrantes (e do povo alemão em geral) pela tecnologia, e como esse grupo usa temas conceitualmente ‘nerds’ como telecomunicações, elétrica, eletrônica, robótica e máquinas pesadas e celebra-os em forma de música.

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AnarchystBR on August 27th 2009 in Lifestyle

What a wonderful zombie world…


Estou muito tempo sem postar notícias de figuras, então fiquem com esse video bacana enquanto esperam mais figuras durante essa semana.
[Via: Kotaku]

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Julimano on August 23rd 2009 in Games

IL-2 Sturmovik: Birds of Prey – Multiplayer Trailer


Está cada vez melhor esse jogo.

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Julimano on August 11th 2009 in Games

Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #015 – Ghost in the Shell

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Ler: Ghost in the Shell – Masamune Shirow – Japão 1989 até 1997
Por que?
O mangá GITS (Ghost in the Shell) é um prato cheio para os apreciadores de ficção científica mais exigentes, pois o autor, Masamune Shirow, conseguiu criar um mundo complexo, fascinante, único e, o mais importante, verosímil. Pois o mundo criado por Shirow não é um daqueles genéricos de muitas ficções cyberpunks baratas onde existem todo o tipo mais doido de pirotecnias tecnológicas; toda a tecnologia mostrada nos quadrinhos é seguida de notas de rodapé interessantes sobre a teoria (e praticas) por trás dela, as notas não se resumem apenas à tecnologia, se extendendo também aos apesctos socio-culturais da região, tornando a leitura muito mais agradavel e interessante. Sem falar que o autor também consegue misturar de forma magistral ação, suspense, humor e dialogos inteligentes sobre temas diversos, através de (infelizmente poucos) personagens carismaticos e memoráveis. Para completar, o traço do autor não deixa nada a desejar, tanto nos aparatos tecnologicos quantos nos humanos e afins, e por falar em humanos, as mulheres recebem um carinho e cuidado especial do autor. Então fica a dica para quem está a procura de uma ficção com algo a mais.

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Julimano on August 10th 2009 in Lifestyle

Mio Akiyama – K-ON!

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A Mio está com tudo essa semana, mal foi anunciado o seu nendoroid agora é a vez de uma figura tradicional. Mio está tocando sua Fender, a escultura está super dinâmica e os detalhes estão no nível já conhecido da Alter, imperdível para os fãs. E chamo a atenção para a pequena prévia da próxima figura que será da Yui, assim que eu tiver mais fotos dela eu posto.

Ficha técnica
Fabricante: Alter
Escala: 1/8 (~20cm)
Escultor: Toshiaki Numakura
Lançamento: Novembro de 2009

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Julimano on August 7th 2009 in Figuras

Clalaclan – Shining Wind


Figura da personagem Clalaclan (Shining Wind), versão com roupa de maid. Mais uma vez a Kotobukiya se supera, trazendo uma figura super detalhada, um pouco sexy, um pouco cute e super detalhada! Mas é isso que dá quando você junta o design do Tony Taka com a qualidade já tradicional da Kotobukiya, uma figura que fica bem em qualquer coleção.

Ficha técnica
Clalaclan Maid Version
Fabricante: Kotobukiya
Escala: 1/8 (~20cm)
Escultor: Migizo
Lançamento: Novembro de 2009

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Julimano on August 3rd 2009 in Figuras

Amaha Masane – Witchblade


Nova figura da personagem Amaha Masane do Witchblade, está super ecchi e é impressão minha ou ela está “turbinada” nessa versão da Orchid Seed? Apesar disso a escultura está até interessante, pois alguns detalhes, como a barriga, estão muito bem feitos, apesar que o resultado final ser um misto de “uá de rél” com “hawt” e uma grande pitada de ecchiness com um toque de falta de classe. E é possivel trocar o braço da figura, e pelo o que eu conheço das figuras da Orchid Seed provavelmente terá cast-off.

Ficha técnica
Fabricante: Orchid Seed
Escala: 1/7 (~23cm)
Escultor: Satoshi Ishiyama
Lançamento: Dezembro 2009

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Julimano on August 1st 2009 in Figuras

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