Archive for the 'Lifestyle' Category

BESTEST 2011 ~ versão Julimano

nullcomo sempre, minhas categorias são pequenas e economizo nas palavras, um (talvez) dia tomo vergonha na cara e começo a (tentar) escrever bem que nem o Alenyan. Caramba, sou tão preguiçoso que até re-utilizei a formatação do ano passado.

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Julimano on January 12th 2012 in Lifestyle

BESTEST 2011 ~ versão Alenyan

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Caramba… Já estamos em 2012! Ainda lembro do dia em que achava que esse número era apenas o nome de um filme ruim. Agora ele está aí! Diante de nós! Puxa vida… Nem construí minha arca para salvar as minhas figures.

O que aconteceu com 2011? Será que aconteceu algo de bom? Para falar a verdade, nem sei. Passei a maior parte do tempo fapando e jogando mmorpg, então não faço idéia do que se passou com o mundo lá fora. Sendo assim, meu Bestest é totalmente tendencioso. Ele representa aquilo que vi de bom, dentro daquilo que considero como bom (e acreditem, isso não é bom) e restrito ao meu pequeno universo particular.
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Alenyan on January 9th 2012 in Lifestyle

TOP 10 Anime OPs e EDs – Lado B

E segue o Lado B do Top 10, por AnarchystBR. E em breve mais TOPs, mas dessa sobre figuras.

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Julimano on June 28th 2011 in Lifestyle

TOP 10 Anime OPs e EDs – Lado A

Todo mundo adora um Top 10, seja para ver a opinião dos outros, seja para falar mal ou mesmo ainda que seja para matar o tempo, então vamos ter uma série de Tops, começando pelo Top 10 Aberturas e encerramentos de animes, em duas versões diferentes, uma pelo Alenyan (Lado A) e outra pelo AnarchystBR (Lado B) que será publicada semana que vem.

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Julimano on June 21st 2011 in Lifestyle

Bestest 2010!

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O ano do Tigre chegou ao fim, e que ano! Correria pra todo lado, quase fiquei doido, infelizmente sobrou pouco tempo pra postar mais figuras e matérias aqui no KOTR, mas como é de praxe não podemos passar sem o Bestest do ano!

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Julimano on January 13th 2011 in Lifestyle

Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #018 – Street Fighter 2

Jogar: Street Fighter 2 – Arcade – 1991 (e dezenas de remakes/ports)
Por que?
Street Fighter é uma das mais famosas e bem sucedidas franquias de jogos luta, tanto comercialmente quanto junto à crítica: são dezenas de jogos diferentes na série principal e diversos spin-offs, animes e filmes, dispensando apresentação para qualquer gamer mais sério.
Poucos jogos podem ser considerados como alicerces de um gênero, mas Street Figher 2 não só foi o jogo mais importante na evolução do estilo, como ainda hoje muitos jogos usam os mesmo fundamentos básicos criados por ele, alguns destes sem querer, como os combos que na verdade não estava previsto e no inicio foi considerado um (benvindo) bug, não é exagero dizer que apenas com a introdução de jogos de lutas 3d é que houve uma segunda grande mudança no género. Além de, tecnicamente, ter sido o pai dos jogos de luta 2d modernos, ele também foi o responsável pelo primeiro “boom” de jogos de luta, virando febre em todos os arcardes e abrindo caminho para uma invasão de outros jogos de luta, fazendo com que o género dominasse os arcardes do mundo durante muitos anos.
Apesar de ser um dos pioneiros, SF2 é relevante e “jogavel” ainda hoje, por dois motivos bem simples: a qualidade do jogo bem à frente de sua época e também à Capcom manter bem “puro” o sistema da série, optando em fazer mudanças bem graduais de um jogo para o outro, preferindo fazer experimentos com outras séries ou mesmo copiando o que deu certo em outros jogos. Alguns personagens continuam praticamente iguais nas versões atuais ao que eles eram no SF2, mantendo assim uma sensação de “eu já sei jogar isso/conheço isso” para quem já jogou, além de ser um excelente “entry point” para quem quer se aventurar nos jogos de luta, pois é bem amigável no inicio e tem uma profundidade para quem quiser se dedicar antes de passar à outros jogos.
Por isso todos os gamers precisam jogar pelo menos uma vez SF2, pois não é qualquer jogo que pode ser considerado tão importante para um género, isso sem falar que é muito divertido de se jogar contra amigos (e inimigos) e está presente em praticamente todas as plataformas modernas com remakes, consoles virtuais e afins.

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Julimano on August 9th 2010 in Lifestyle

Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #017 – Dragon Quest

Atualmente o RPG é um dos gêneros mais proeminentes na indústria, com valores de produção e vendas milionárias, mas, curiosamente, a origem dos jogos eletrônicos de RPG’s é tão antiga quanto a própria história dos videogames, apesar da aparente complexidade requerida. Nos anos 70, alguns anos depois da invenção do lendário Pong, alguns entusiastas dos RPG’s de papel e lápis implementaram as regras dos livros em programas de computador na forma de jogos. Esses jogos eram simples em interface e mecânicas, e apesar de não serem viáveis comercialmente, estabeleceram o precedente. Baseados nesses princípios, no começo dos anos 80, surgiram duas séries que iriam estabelecer os fundamentos de todos os jogos de RPG atuais, as reverenciadas séries Ultima e Wizardry. E assim, inspirada nesses jogos, surgiu uma série que iria moldar toda a filosofia de RPG japonês, o chamado JRPG: Dragon Quest.

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Makoto on June 22nd 2010 in Lifestyle

Uma gostosa surpresa via internet


Não sou muito de contar causos, mas esse vale a pena compartilhar.
Ontem, quando a noite se aproximava e meus sentidos se aguçavam, todos trabalhando juntos para responder a questão mais importante da noite, o que pedir de jantar? Cansado de comer pizza/beirutes resolvi ir a caça, após alguns frenéticos cliques me deparo com o RestauranteWEB, ainda desconfiado com essa presa, resolvo arriscar e insiro meu cep para ver o que dá e eis que, para minha surpresa, me deparo com uma excelente variedade de deliveries desde as já manjadas pizzarias até restaurantes árabe, italiano, espanhol, alemão, mexicano, uma alegria só para um glutão como eu. Após gastar alguns neurônios escolhendo qual seria minha deliciosa refeição, acabo ficando com um saudável pastel de 30cm do Croc30.

Pedido feito e enviado pelo site e meia hora depois chegou meus pastéis, infelizmente não posso recomendar o Croc30, pois me foi prometido 30cm de prazer gastronômico e, apesar do recheio estar bom, só recebi 30cm de um pastel carregado de óleo…

Mas não desisti do RestauranteWEB, hoje fui a caça novamente e optei pelo restaurante alemão Paprika, que por sinal estava fechado ontem e tive uma deliciosa surpresa, pedi um Leberkase e Bolinho de carne e ambos estavam fabulosos, preparados na medida certa e sem exageros, a batata que acompanhava não era lá essas coisas, mas não era de se desprezar.
E a na verdade fiz todo esse blablabla inútil e atípico para recomendar tanto o RestauranteWEB quanto o Paprika, as minhas noites de pizza acabaram, espero que mais pessoas façam proveito dessa ferramenta e para mim falta apenas decidir se amanhã será comida espanhola ou indiana.

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Julimano on June 10th 2010 in Lifestyle

Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #016 – Kraftwerk

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Kraftwerk (pronuncia-se “Kraftvárk”) é um grupo musical criado nos anos 70 cujo estilo eletrônico experimentalista influenciou toda uma geração de entusiastas de música eletrônica pelo mundo, e que ainda influencia e cria ramificações musicais até os dias atuais.

Nascido no fim dos anos 60 no Conservatório Musical de Düsseldorf pela amizade de Florian Schneider e Ralf Hütter, dois estudantes simpatizantes do Krautrock (movimento musical experimentalista alemão da época, onde artistas aplicavam técnicas e idéias pouco ortodoxas para produzir sons e padrões musicais) estes inaugurariam e conduziriam os trabalhos do grupo pelo caminho eletrônico com o uso de sintetizadores analógicos e órgãos.

Seu primeiro trabalho comercial, “Autobahn”, vinha com uma faixa de incríveis 23 minutos de ambientações e atmosferas criadas artificialmente com apetrechos eletrônicos e sintetizadores de forma que o ouvinte tinha a impressão de estar realmente viajando pela auto-estrada alemã (lembro-me até hoje do vinil que eu e meu irmão tínhamos, a faixa ocupava todo um lado do disco!). Outra faixa deste mesmo álbum, “Kometenmelodie 2″, tornou-se um dos primeiros clássicos eletrônicos do mundo. Com o sucesso comercial de Autobahn, a dupla investe no ‘upgrade’ de seu estúdio caseiro, o Kling Klang Studio, e os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos juntam-se ao Kraftwerk para o primeiro tour promocional do álbum.

O próximo álbum, Radioactivity (Radio-Aktivität) traria atmosferas etéreas e as primeiras experimentações sônicas, com faixas como “Geiger Counter”, “Radioland”, “Airwaves”, “The Voice of Energy”, “Transistor” e “Ohm sweet Ohm”. O uso de vocoders, sequenciadores e o uso e abuso de moduladores de frequência e osciladores já era presente em todo o álbum – e com base nessa identidade musical o grupo seguiria em diante com composições cada vez mais experimentais, adicionando às faixas trechos sampleados de estações de rádio e TV, toques de telefone, máquinas de telex e computadores em funcionamento, etc. Os próximos álbums seriam “Trans-Europe Express” (referindo-se à extinta rede de trens alemã), sendo “The Man-Machine” o álbum que inauguraria a identidade “robótica” do grupo. Com faixas como “The Robots” (We’re Functioning AutomaTIK and We’re Dancing MechaNIK!), “Spacelab”, “Metropolis”, “The Model”, “Neon Lights” e “The Man-Machine”, o grupo já assumia o visual tradicional nas apresentações ao vivo – os quatro se apresentavam operando os teclados e sintetizadores no palco como se fossem robôs operando mainframes.

“Computer World” é considerado por muitos como o melhor trabalho do grupo. Faixas como “Computer World”, “Pocket Calculator” (I’m the operator with my pocket calculator! bip-bip bipbipbipbip…), “Numbers”, “Computer Love”, “Home Computer” e “It’s More Fun to Compute” eram verdadeiras declarações de amor dos engenheiros pelas suas calculadoras científicas e computadores pessoais, e com as quais os entusiastas de programação do mundo todo se identificaram num piscar de olhos. Várias faixas foram usadas no Brasil na época em comerciais de escolas de computação e background music de documentários de TV sobre assuntos tecnológicos e científicos.

Com o fim dos anos 70 e início dos anos 80 e o advento da próxima geração de sintetizadores programáveis, vários outros grupos de música eletrônica começaram a despontar pelo mundo, fazendo com que o Kraftwerk ficasse um pouco apagado na emergente nova cena eletrônica. Os próximos álbums “Tour de France” e “Electric Café” passaram quase despercebidos pela avalanche de novos grupos que começavam a ser despejados nas billboards americanas e européias. O grupo ainda existe e faz shows frequentes (abriram um show para o Radiohead no Brasil em março deste ano), e a performace no palco emociona os velhos fãs da banda – os robôs operando mainframes ainda estão lá, imóveis e imortais.

Por quê é essencial?

O Kraftwerk inaugurou a música eletrônica moderna. Conhecer a história do grupo é interessante não apenas do ponto de vista musical, mas também pela paixão dos integrantes (e do povo alemão em geral) pela tecnologia, e como esse grupo usa temas conceitualmente ‘nerds’ como telecomunicações, elétrica, eletrônica, robótica e máquinas pesadas e celebra-os em forma de música.

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AnarchystBR on August 27th 2009 in Lifestyle

Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #015 – Ghost in the Shell

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Ler: Ghost in the Shell – Masamune Shirow – Japão 1989 até 1997
Por que?
O mangá GITS (Ghost in the Shell) é um prato cheio para os apreciadores de ficção científica mais exigentes, pois o autor, Masamune Shirow, conseguiu criar um mundo complexo, fascinante, único e, o mais importante, verosímil. Pois o mundo criado por Shirow não é um daqueles genéricos de muitas ficções cyberpunks baratas onde existem todo o tipo mais doido de pirotecnias tecnológicas; toda a tecnologia mostrada nos quadrinhos é seguida de notas de rodapé interessantes sobre a teoria (e praticas) por trás dela, as notas não se resumem apenas à tecnologia, se extendendo também aos apesctos socio-culturais da região, tornando a leitura muito mais agradavel e interessante. Sem falar que o autor também consegue misturar de forma magistral ação, suspense, humor e dialogos inteligentes sobre temas diversos, através de (infelizmente poucos) personagens carismaticos e memoráveis. Para completar, o traço do autor não deixa nada a desejar, tanto nos aparatos tecnologicos quantos nos humanos e afins, e por falar em humanos, as mulheres recebem um carinho e cuidado especial do autor. Então fica a dica para quem está a procura de uma ficção com algo a mais.

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Julimano on August 10th 2009 in Lifestyle

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