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	<title>Katamari on the rocks &#187; Lifestyle</title>
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	<description>Anime,  gaming and stuff, on the rocks</description>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #018 – Street Fighter 2</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 01:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julimano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Jogar: Street Fighter 2 &#8211; Arcade &#8211; 1991 (e dezenas de remakes/ports)
Por que?
Street Fighter é uma das mais famosas e  bem sucedidas franquias de jogos luta, tanto comercialmente quanto junto à crítica: são dezenas de jogos diferentes na série principal e diversos spin-offs, animes e filmes, dispensando apresentação para qualquer gamer mais sério.
Poucos jogos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align=center><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/08/sf2.jpg"/></div>
<p><strong>Jogar:</strong> Street Fighter 2 &#8211; Arcade &#8211; 1991 (e dezenas de remakes/ports)<br />
<strong>Por que?</strong><br />
Street Fighter é uma das mais famosas e  bem sucedidas franquias de jogos luta, tanto comercialmente quanto junto à crítica: são dezenas de jogos diferentes na série principal e diversos spin-offs, animes e filmes, dispensando apresentação para qualquer gamer mais sério.<br />
Poucos jogos podem ser considerados como alicerces de um gênero, mas Street Figher 2 não só foi o jogo mais importante na evolução do estilo, como ainda hoje muitos jogos usam os mesmo fundamentos básicos criados por ele, alguns destes sem querer, como os combos que na verdade não estava previsto e no inicio foi considerado um (benvindo) bug, não é exagero dizer que apenas com a introdução de jogos de lutas 3d é que houve uma segunda grande mudança no género. Além de, tecnicamente, ter sido o pai dos jogos de luta 2d modernos, ele também foi o responsável pelo primeiro &#8220;boom&#8221; de jogos de luta, virando febre em todos os arcardes e abrindo caminho para uma invasão de outros jogos de luta, fazendo com que o género dominasse os arcardes do mundo durante muitos anos.<br />
Apesar de ser um dos pioneiros, SF2 é relevante e “jogavel” ainda hoje, por dois motivos bem simples: a qualidade do jogo bem à frente de sua época e também à Capcom manter bem &#8220;puro&#8221; o sistema da série, optando em fazer mudanças bem graduais de um jogo para o outro, preferindo fazer experimentos com outras séries ou mesmo copiando o que deu certo em outros jogos. Alguns personagens continuam praticamente iguais nas versões atuais ao que eles eram no SF2, mantendo assim uma sensação de &#8220;eu já sei jogar isso/conheço isso&#8221; para quem já jogou, além de ser um excelente &#8220;entry point&#8221; para quem quer se aventurar nos jogos de luta, pois é bem amigável no inicio e tem uma profundidade para quem quiser se dedicar antes de passar à outros jogos.<br />
Por isso todos os gamers precisam jogar pelo menos uma vez SF2, pois não é qualquer jogo que pode ser considerado tão importante para um género, isso sem falar que é muito divertido de se jogar contra amigos (e inimigos) e está presente em praticamente todas as plataformas modernas com remakes, consoles virtuais e afins.</p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #017 – Dragon Quest</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 18:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Makoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>

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		<description><![CDATA[
Atualmente  o RPG é um dos gêneros mais proeminentes na indústria,  com valores de produção e vendas milionárias, mas, curiosamente, a  origem dos jogos eletrônicos de RPG&#8217;s é tão antiga quanto a própria  história dos videogames, apesar da aparente complexidade requerida. Nos  anos 70, alguns anos depois da invenção do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><img class="size-full wp-image-3626  aligncenter" title="dq_logo" src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/dq_logo.jpg" alt="" width="450" height="170" /></em></p>
<p>Atualmente  o RPG é um dos gêneros mais proeminentes na indústria,  com valores de produção e vendas milionárias, mas, curiosamente, a  origem dos jogos eletrônicos de RPG&#8217;s é tão antiga quanto a própria  história dos videogames, apesar da aparente complexidade requerida. Nos  anos 70, alguns anos depois da invenção do lendário Pong, alguns  entusiastas dos RPG&#8217;s de papel e lápis implementaram as regras dos  livros em programas de computador na forma de jogos. Esses jogos eram  simples em interface e mecânicas, e apesar de não serem viáveis  comercialmente, estabeleceram o precedente. Baseados nesses princípios,  no começo dos anos 80, surgiram duas séries que iriam estabelecer os  fundamentos de todos os jogos de RPG atuais, as reverenciadas séries <em>Ultima</em> e <em>Wizardry</em>. E assim, inspirada nesses jogos, surgiu uma série  que iria moldar toda a filosofia de RPG japonês, o chamado JRPG: Dragon  Quest.</p>
<p><span id="more-3625"></span></p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-3627" title="dq_luidas" src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/dq_luidas.jpg" alt="" width="500" height="375" /><br />
Dragon  Quest é uma das franquias de videogame mais amadas do Japão. Na foto:  Luida&#8217;s Bar, em Tokyo, um restaurante temático com decoração e pratos  baseados na série.</em></p>
<p>RPG&#8217;s japoneses sempre tiveram o estigma  de se apoiarem em mecânicas relativamente datadas como encontros  randômicos, mas pouco a pouco foram mudando a sua jogabilidade.  Entretanto, esse não é o caso com Dragon Quest: enquanto séries como  Final Fantasy implementaram mudanças progressivas, DQ manteve  relativamente as mesmas convenções em todas os jogos da franquia. Parte  disso se deve ao fato de que, ao contrário de por exemplo FF, aonde os  diretores, compositores e artistas foram mudando a cada iteração, os  nomes principais por trás de DQ sempre se manteram constantes ao longo  da sua história. Cuidando do design e do cenário temos Yuji Horii, na  parte musical temos Koichi Sugiyama e nos designs de personagens e  monstros Akira Toriyama (criador de Dragon Ball), e esse mesmo time  se manteve constante durante os 23 anos da série.</p>
<p style="text-align: center;"><em><img class="aligncenter size-full wp-image-3628" title="dq_toriyama" src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/dq_toriyama.jpg" alt="" width="398" height="405" /><br />
A arte de Toriyama é sempre  prontamente reconhecível</em></p>
<p>Devido a essa homogeneidade,  Dragon Quest é uma série que é a própria definição de tradicional nos  mundo dos games. Mudanças são implementadas de modo incremental  milimetricamente, com duas iterações aparentemente iguais entre si, e  mesmo depois de nove jogos algumas coisas permanecem inalteradas, como  por exemplo alguns efeitos sonoros, que são os mesmos usados há mais de  duas décadas e os designs de monstros, que apesar de terem sido  transplantados para 3D, ainda tem a arte imediatamente reconhecível.  Assim, ao longo dos anos, essa familiaridade ajudou DQ a conquistar o  título de série de RPG mais popular do Japão, pois com ou sem crise,  cada título é garantia de milhões em vendas.</p>
<p>Apesar de todo esse  sucesso na sua terra natal, a série nunca foi muito popular no ocidente.  A principal razão dessa divergência é largamente uma fundamental  diferença cultural refletida nas mecânicas da série. Dragon Quest é um  RPG que recompensa paciência e planejamento, com uma progressão sempre  lenta mas constante. Durante o jogo, frequentemente uma nova caverna ou  castelo tem inimigos que são muito mais poderosos do que os seus  personagens, e assim você é encorajado a enfrentar batalhões de monstros  mais fracos até aumentar de level (&#8220;grinding&#8221;). Isso reflete uma faceta  da filosofia oriental que recompensa persistência com a certeza de  alcançar o seu objetivo, e esse aspecto é algo que está intrinsecamente  ligado à série. Por outro lado, no ocidente as pessoas são encorajadas a  serem mais proativas com o objetivo de conseguir recompensas mais  imediatas, e por isso a aproximação lenta e deliberada de DQ não caiu no  gosto popular. O resultado final dessa divergência foi o surgimento de  um gênero mais adequado aos gostos ocidentais, e assim foi criado o  WRPG.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ff0000;"><img class="size-full wp-image-3629      aligncenter" title="dq_west" src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/dq_west.jpg" alt="" width="225" height="182" /></span></p>
<p>Mas  essas diferenças não significam q a série é totalmente inacessível para  nós do ocidente, muito pelo contrário. Com a disposição certa e uma  dose de paciência, certamente você irá apreciar os jogos pelo que eles  são: exemplos brilhantes de design, com uma rica mitologia e trilhas  sonoras maravilhosas que são uma verdadeira obra de arte. Dragon Quest  prova que ser tradicional não significa ser retrógrado, e no meio de  tanto artificialismo na indústria atual, consegue ser uma das poucas  séries que ainda evoca um sentimento de autenticidade e genuína  nostalgia.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3630" title="dq_end" src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/dq_end.jpg" alt="" width="632" height="393" /><br />
</span></p>
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		<title>Uma gostosa surpresa via internet</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 01:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julimano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não sou muito de contar causos, mas esse vale a pena compartilhar.
Ontem, quando a noite se aproximava e meus sentidos se aguçavam, todos trabalhando juntos para responder a questão mais importante da noite, o que pedir de jantar? Cansado de comer pizza/beirutes resolvi ir a caça, após alguns frenéticos cliques me deparo com o RestauranteWEB, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/web.jpg" class="alignnone size-full wp-image-3577" /><br />
Não sou muito de contar causos, mas esse vale a pena compartilhar.<br />
Ontem, quando a noite se aproximava e meus sentidos se aguçavam, todos trabalhando juntos para responder a questão mais importante da noite, o que pedir de jantar? Cansado de comer pizza/beirutes resolvi ir a caça, após alguns frenéticos cliques me deparo com o <a href="http://www.restauranteweb.com.br/" target="_blank">RestauranteWEB</a>, ainda desconfiado com essa presa, resolvo arriscar e insiro meu cep para ver o que dá e eis que, para minha surpresa, me deparo com uma excelente variedade de deliveries desde as já manjadas pizzarias até restaurantes árabe, italiano, espanhol, alemão, mexicano, uma alegria só para um glutão como eu. Após gastar alguns neurônios escolhendo qual seria minha deliciosa refeição, acabo ficando com um saudável pastel de 30cm do Croc30.<br />
<img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/croc.jpg" class="alignnone size-full wp-image-3577" /><br />
Pedido feito e enviado pelo site e meia hora depois chegou meus pastéis, infelizmente não posso recomendar o Croc30, pois me foi prometido 30cm de prazer gastronômico e, apesar do recheio estar bom, só recebi 30cm de um pastel carregado de óleo&#8230;<br />
<img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/paprika.jpg" class="alignnone size-full wp-image-3577" /><br />
Mas não desisti do RestauranteWEB, hoje fui a caça novamente e optei pelo restaurante alemão Paprika, que por sinal estava fechado ontem e tive uma deliciosa surpresa, pedi um Leberkase e Bolinho de carne e ambos estavam fabulosos, preparados na medida certa e sem exageros, a batata que acompanhava não era lá essas coisas, mas não era de se desprezar.<br />
E a na verdade fiz todo esse blablabla inútil e atípico para recomendar tanto o RestauranteWEB quanto o <a href="http://paprika.com.br/">Paprika</a>, as minhas noites de pizza acabaram, espero que mais pessoas façam proveito dessa ferramenta e para mim falta apenas decidir se amanhã será comida espanhola ou indiana.</p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #016 – Kraftwerk</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 18:29:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>AnarchystBR</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>

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		<description><![CDATA[
Kraftwerk (pronuncia-se &#8220;Kraftvárk&#8221;) é um grupo musical criado nos anos 70 cujo estilo eletrônico experimentalista influenciou toda uma geração de entusiastas de música eletrônica pelo mundo, e que ainda influencia e cria ramificações musicais até os dias atuais.
Nascido no fim dos anos 60 no Conservatório Musical de Düsseldorf pela amizade de Florian Schneider e Ralf [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/08/kraftwerk.jpg" alt="kraftwerk" title="kraftwerk" width="500" height="125" class="aligncenter size-full wp-image-2441" /></p>
<p>Kraftwerk (pronuncia-se &#8220;Kraftvárk&#8221;) é um grupo musical criado nos anos 70 cujo estilo eletrônico experimentalista influenciou toda uma geração de entusiastas de música eletrônica pelo mundo, e que ainda influencia e cria ramificações musicais até os dias atuais.</p>
<p>Nascido no fim dos anos 60 no Conservatório Musical de Düsseldorf pela amizade de Florian Schneider e Ralf Hütter, dois estudantes simpatizantes do Krautrock (movimento musical experimentalista alemão da época, onde artistas aplicavam técnicas e idéias pouco ortodoxas para produzir sons e padrões musicais) estes inaugurariam e conduziriam os trabalhos do grupo pelo caminho eletrônico com o uso de sintetizadores analógicos e órgãos.</p>
<p>Seu primeiro trabalho comercial, &#8220;Autobahn&#8221;, vinha com uma faixa de incríveis 23 minutos de ambientações e atmosferas criadas artificialmente com apetrechos eletrônicos e sintetizadores de forma que o ouvinte tinha a impressão de estar realmente viajando pela auto-estrada alemã (lembro-me até hoje do vinil que eu e meu irmão tínhamos, a faixa ocupava todo um lado do disco!). Outra faixa deste mesmo álbum, &#8220;Kometenmelodie 2&#8243;, tornou-se um dos primeiros clássicos eletrônicos do mundo. Com o sucesso comercial de Autobahn, a dupla investe no &#8216;upgrade&#8217; de seu estúdio caseiro, o Kling Klang Studio, e os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos juntam-se ao Kraftwerk para o primeiro tour promocional do álbum.</p>
<p>O próximo álbum, Radioactivity (Radio-Aktivität) traria atmosferas etéreas e as primeiras experimentações sônicas, com faixas como &#8220;Geiger Counter&#8221;, &#8220;Radioland&#8221;, &#8220;Airwaves&#8221;, &#8220;The Voice of Energy&#8221;, &#8220;Transistor&#8221; e &#8220;Ohm sweet Ohm&#8221;. O uso de vocoders, sequenciadores e o uso e abuso de moduladores de frequência e osciladores já era presente em todo o álbum &#8211; e com base nessa identidade musical o grupo seguiria em diante com composições cada vez mais experimentais, adicionando às faixas trechos sampleados de estações de rádio e TV, toques de telefone, máquinas de telex e computadores em funcionamento, etc. Os próximos álbums seriam &#8220;Trans-Europe Express&#8221; (referindo-se à extinta rede de trens alemã), sendo &#8220;The Man-Machine&#8221; o álbum que inauguraria a identidade &#8220;robótica&#8221; do grupo. Com faixas como &#8220;The Robots&#8221; (We&#8217;re Functioning AutomaTIK and We&#8217;re Dancing MechaNIK!), &#8220;Spacelab&#8221;, &#8220;Metropolis&#8221;, &#8220;The Model&#8221;, &#8220;Neon Lights&#8221; e &#8220;The Man-Machine&#8221;, o grupo já assumia o visual tradicional nas apresentações ao vivo &#8211; os quatro se apresentavam operando os teclados e sintetizadores no palco como se fossem robôs operando mainframes.</p>
<p>&#8220;Computer World&#8221; é considerado por muitos como o melhor trabalho do grupo. Faixas como &#8220;Computer World&#8221;, &#8220;Pocket Calculator&#8221; (I&#8217;m the operator with my pocket calculator! bip-bip bipbipbipbip&#8230;), &#8220;Numbers&#8221;, &#8220;Computer Love&#8221;, &#8220;Home Computer&#8221; e &#8220;It&#8217;s More Fun to Compute&#8221; eram verdadeiras declarações de amor dos engenheiros pelas suas calculadoras científicas e computadores pessoais, e com as quais os entusiastas de programação do mundo todo se identificaram num piscar de olhos. Várias faixas foram usadas no Brasil na época em comerciais de escolas de computação e background music de documentários de TV sobre assuntos tecnológicos e científicos.</p>
<p>Com o fim dos anos 70 e início dos anos 80 e o advento da próxima geração de sintetizadores programáveis, vários outros grupos de música eletrônica começaram a despontar pelo mundo, fazendo com que o Kraftwerk ficasse um pouco apagado na emergente nova cena eletrônica. Os próximos álbums &#8220;Tour de France&#8221; e &#8220;Electric Café&#8221; passaram quase despercebidos pela avalanche de novos grupos que começavam a ser despejados nas billboards americanas e européias. O grupo ainda existe e faz shows frequentes (abriram um show para o Radiohead no Brasil em março deste ano), e a performace no palco emociona os velhos fãs da banda &#8211; os robôs operando mainframes ainda estão lá, imóveis e imortais.<br />
<strong><br />
Por quê é essencial?</strong></p>
<p>O Kraftwerk inaugurou a música eletrônica moderna. Conhecer a história do grupo é interessante não apenas do ponto de vista musical, mas também pela paixão dos integrantes (e do povo alemão em geral) pela tecnologia, e como esse grupo usa temas conceitualmente &#8216;nerds&#8217; como telecomunicações, elétrica, eletrônica, robótica e máquinas pesadas e celebra-os em forma de música.</p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #015 – Ghost in the Shell</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 00:48:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julimano</dc:creator>
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Ler: Ghost in the Shell &#8211; Masamune Shirow &#8211; Japão 1989 até 1997
Por que?
O mangá GITS (Ghost in the Shell) é um prato cheio para os apreciadores de ficção científica mais exigentes, pois o autor, Masamune Shirow, conseguiu criar um mundo complexo, fascinante, único e, o mais importante, verosímil. Pois o mundo criado por Shirow [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/08/gits1.jpg" alt="gits1" title="gits1" width="125" height="193" class="alignnone size-full wp-image-2425" /><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/08/gits2.jpg" alt="gits1" title="gits1" width="125" height="193" class="alignnone size-full wp-image-2425" /><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/08/gits3.jpg" alt="gits1" title="gits1" width="125" height="193" class="alignnone size-full wp-image-2425" /><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/08/gits4.jpg" alt="gits1" title="gits1" width="125" height="193" class="alignnone size-full wp-image-2425" /><br />
<strong>Ler: </strong>Ghost in the Shell &#8211; Masamune Shirow &#8211; Japão 1989 até 1997<br />
<strong>Por que?</strong><br />
O mangá GITS (Ghost in the Shell) é um prato cheio para os apreciadores de ficção científica mais exigentes, pois o autor, Masamune Shirow, conseguiu criar um mundo complexo, fascinante, único e, o mais importante, verosímil. Pois o mundo criado por Shirow não é um daqueles genéricos de muitas ficções cyberpunks baratas onde existem todo o tipo mais doido de pirotecnias tecnológicas; toda a tecnologia mostrada nos quadrinhos é seguida de notas de rodapé interessantes sobre a teoria (e praticas) por trás dela, as notas não se resumem apenas à tecnologia, se extendendo também aos apesctos socio-culturais da região, tornando a leitura muito mais agradavel e interessante. Sem falar que o autor também consegue misturar de forma magistral ação, suspense, humor e dialogos inteligentes sobre temas diversos, através de (infelizmente poucos) personagens carismaticos e memoráveis. Para completar, o traço do autor não deixa nada a desejar, tanto nos aparatos tecnologicos quantos nos humanos e afins, e por falar em humanos, as mulheres recebem um carinho e cuidado especial do autor. Então fica a dica para quem está a procura de uma ficção com algo a mais.</p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #014 – Yokohama Kaidashi Kikou</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 02:29:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Makoto</dc:creator>
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YKK, (Diário de Compras em Yokohama) também conhecido como Quiet Country Cafe, é um mangá do autor Hitoshi Ashinano, publicado originalmente de 1994 a 2006. A história tem como protagonista a robô Alpha Hatsuseno, que vive em um mundo pós-apocalíptico diferente do que é geralmente retratado em obras que mostram o futuro: ao invés de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/07/ykk.jpg" alt="ykk" title="ykk" width="366" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-2289" /></p>
<p>YKK, (<em>Diário de Compras em Yokohama</em>) também conhecido como <em>Quiet Country Cafe</em>, é um mangá do autor Hitoshi Ashinano, publicado originalmente de 1994 a 2006. A história tem como protagonista a robô Alpha Hatsuseno, que vive em um mundo pós-apocalíptico diferente do que é geralmente retratado em obras que mostram o futuro: ao invés de um ambiente deprimente e decadente, o cenário é caracterizado pela quietude e o calmo dia-a-dia do restante da humanidade, aceitando um passado que talvez nunca retorne e apreciando as pequenas coisas da vida.</p>
<p>O mangá segue um esquema <em>slice-of-life</em>, normalmente mostrando alguma atividade ou fato mundano que acontece na rotina de Alpha. Sendo um robô, ela vive para sempre, e isso dá a ela uma perspectiva diferente das coisas que acontecem ao redor. Pessoas que ela conheceu envelhecem, lugares se alteram, e aos poucos ela mesmo vai mudando, adquirindo uma melancólica e ao mesmo tempo otimista opinião sobre o destino da humanidade.</p>
<p><strong>Por quê é essencial?</strong></p>
<p>Mangá e anime geralmente são tão derivativos que chega um momento em que você cansa de ver o genérico shonen ou o shojo re-remake, mas YKK é uma lufada de ar fresco no meio de tanta coisa igual. YKK se destaca na sua narrativa, apresentando, com uma arte fantástica, um mundo diferente, triste e ao mesmo tempo esperançoso, com um tom saudoso e também resignado. Ao mostrar a fascinação de Alpha com coisas comuns que ela faz ou encontra, como tirar fotografias ou encontrar uma garrafa de refrigerante (um dos resquícios da antiga civilização), o autor cria um clima de calma apreciação pelas coisas do passado e nos dá, em comparação, um ponto de vista diferente até das coisas que experimentamos na nossa rotina diária, como ir às compras, uma tarde bebendo café e o barulho da chuva ao dormir.</p>
<p>Eu recomendo à todos que apreciam uma boa leitura: pessoalmente, acho que é um dos melhores mangás que já li na vida, e não tenho como dizer o quanto gostei. Mas como já disse, YKK é algo raro e original, um mangá diferente em tudo que você já viu, seja em narrativa, ritmo ou apresentação, e, justamente por ser tão único, é de início meio difícil de apreciar. Mas é um ótimo exemplo da capacidade dos mangás, abordando brilhantemente temas não usuais a esse tipo de mídia, e no final, nos deixando com um bittersweet sentimento de nostalgia. </p>
<p><em>Leia o mangá online (em inglês) aqui: <a href="http://www.onemanga.com/Yokohama_Kaidashi_Kikou/">Yokohama Kaidashi Kikou</a></em></p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #013 – Another World</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 16:54:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julimano</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Jogar: Another World (Out of this World) – PC – 1991
Por que?
Another World foi um marco para os jogos de plataforma e um dos primeiros jogos/arte  com suas cenas cinematograficas que davam uma imersão sem precedentes para os gamers da época. Sem falar que a jogabilidade, que é marcador por 1 hit = 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/06/another_world.jpg" alt="another_world" title="another_world" width="500" height="194" class="alignleft size-full wp-image-2243" /><br />
<strong>Jogar:</strong> Another World (Out of this World) – PC – 1991<br />
<strong>Por que?</strong><br />
Another World foi um marco para os jogos de plataforma e um dos primeiros jogos/arte  com suas cenas cinematograficas que davam uma imersão sem precedentes para os gamers da época. Sem falar que a jogabilidade, que é marcador por 1 hit = 1 kill, tanto para o personagem principal quanto para os inimigos fazendo com que você morra várias vezes até acertar aquele maldito pulo ou inimigo ou descobrir que o personagem principal não é nenhum super-humano que consegue matar tudo e a todos batendo de frente e seus quebra cabeças, que apesar de simples não deixam de ser divertidos. Sem falar que um jogo que consegue influenciar Fumito Ueda (ICO e SOTC) e Hideo Kojima (MGS e ZOE) tem que ser muito bom e não sou eu que vou ir contra esses.</p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #012 &#8211; His Dark Materials</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 03:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Makoto</dc:creator>
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HDM é uma série do autor inglês Philip Pullman, composta por três livros, Northern Lights (A Bússola Dourada no Brasil), The Subtle Knife (A Faca Sutil) e The Amber Spyglass (A Luneta Âmbar). Eles contam a história de dois protagonistas, Lyra Belacqua e Will Parry em mundos de fantasia misturado com steampunk e ficção científica, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/06/Hisdarkm.jpg" alt="Hisdarkm" title="Hisdarkm" width="300" height="155" class="aligncenter size-full wp-image-2094" /></p>
<p>HDM é uma série do autor inglês Philip Pullman, composta por três livros, Northern Lights (A Bússola Dourada no Brasil), The Subtle Knife (A Faca Sutil) e The Amber Spyglass (A Luneta Âmbar). Eles contam a história de dois protagonistas, Lyra Belacqua e Will Parry em mundos de fantasia misturado com steampunk e ficção científica, aonde bruxas existem, ursos falam, o meio mais rápido de transporte além de vassouras são balões e aonde a idéia de universos paralelos não é apenas teoria.</p>
<p><strong>Por quê é essencial?</strong></p>
<p>À primeira vista, a história parece simples e inocente, quase conto de fadas no início, mas no decorrer da história, conceitos como dæmon, (pequenos animais que são o reflexo da sua alma), a descrição da opressão religiosa por parte da igreja no mundo de Lyra, e o estado decadente da dimensão da cidade de Cittàgazze dão um tom muito mais dark do que o esperado. A série surpreende por contar uma história intrigante e por discutir de modo sutil mas firme o perigo do dogmatismo religioso, nos fazendo questionar toda a idéia por trás do conceito de &#8220;Deus&#8221;.</p>
<p>Apesas dos temas sérios, os livros conseguem manter uma narrativa otimista levada pela interação da protagonista Lyra e seu dæmon Pantalaimon e pela descrição surreal dos diversos mundos paralelos e seus habitantes, o que oferece uma leitura fácil e engajante. Talvez você seja religioso e se sinta desconfortável com as idéias propostas na série, mas é importante ler com uma mente aberta e no final questionar os conceitos apresentados. Ou talvez que você não ligue para esse lado da história, e queira apenas um bom livro: de qualquer modo, His Dark Materials é uma fantástica série, que nos mostra muitas coisas sobre maturidade, responsabilidade, individualismo, amizade, amor e resignação. É uma das minhas séries favoritas, e aposto que se você der uma chance, também vai gostar.</p>
<p>Curiosidade: No Brasil a série tem o péssimo título de &#8220;fronteiras do universo&#8221;, o que faz parecer que os livros são sobre Star Trek. O título original, &#8220;his dark materials&#8221; é uma passagem do poema <em>&#8220;Paradise Lost&#8221;</em> de John Milton:</p>
<p><em>His dark materials to create more Worlds,<br />
Into this wilde Abyss the warie fiend<br />
Stood on the brink of Hell and look&#8217;d a while,<br />
Pondering his Voyage; for no narrow frith<br />
He had to cross.</em></p>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #011 &#8211; Megaman</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 14:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Makoto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>

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Se existe um personagem que pode ser considerado um ícone da era 8-bit além de Mario, esse personagem é Megaman. O primeiro jogoi foi lançado em 1987 pela Capcom e foi um sucesso instantâneo, introduzindo mecânicas originais como a assimilação de armas dos robot masters, liberdade na escolha de estágios e estratégia no uso das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/06/nes_mega_man.png" alt="nes_mega_man" title="nes_mega_man" class="aligncenter size-full wp-image-2067" /></p>
<p>Se existe um personagem que pode ser considerado um ícone da era 8-bit além de Mario, esse personagem é Megaman. O primeiro jogoi foi lançado em 1987 pela Capcom e foi um sucesso instantâneo, introduzindo mecânicas originais como a assimilação de armas dos robot masters, liberdade na escolha de estágios e estratégia no uso das diferentes habilidades.</p>
<p><strong>Por quê é essencial?</strong></p>
<p>Megaman, o primeiro jogo, além de ser representativo de eras passadas, foi a peça inicial de uma franquia que persiste até hoje (com over 9000 sequels, apesar da maioria ultimamente ser de qualidade duvidosa). É fácil de ver o porquê do seu sucesso: personagens carismáticos, design de estágios desafiador, e, acima de tudo, algo que eu considero um feito pra época, e que persiste até hoje no recente <em>Megaman 9</em>: controles pixel perfect. Por isso, o game original ainda é jogável até hoje, mas se você faz questão de gráficos mais atuais, o remake pra PSP Megaman Powered Up é uma ótima versão desse grande clássico. Jogue um ou outro, e você terá uma experiência clássica e um dos melhores exemplos de plataforming em games, rivalizando muitos jogos atuais.</p>
<div align=center><em>&#8220;Fight Megaman! For everlasting peace!&#8221;</em></div>
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		<title>Coisas nerds/otakus/gamers/geeks a se fazer/ler/jogar/etc antes de morrer! #010 &#8211; Peregrinar para sua Meca</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 01:37:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julimano</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lifestyle]]></category>

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Peregrinar para sua Meca
Por que?
Não importa o tipo de nerd (gamer, otaku, trekkie, geek, etc), todo tem sua &#8216;Meca&#8217;, e você precisa fazer uma peregrinação até ela pelo menos uma vez em sua vida. Se você é Otaku participe da Comiket, se é gamer visite pelo menos uma vez a TGS/PAX/E3/ETC e por ai vai. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.katamari.com.br/ontherocks/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2009/06/tgs.jpg" alt="tgs" title="tgs" width="500" height="120" class="alignnone size-full wp-image-2014" /><br />
<strong>Peregrinar para sua <em>Meca</em></strong><br />
<strong>Por que?</strong><br />
Não importa o tipo de nerd (gamer, otaku, trekkie, geek, etc), todo tem sua &#8216;Meca&#8217;, e você precisa fazer uma peregrinação até ela pelo menos uma vez em sua vida. Se você é Otaku participe da Comiket, se é gamer visite pelo menos uma vez a TGS/PAX/E3/ETC e por ai vai. Não se contente com pouco, indo a uns &#8220;templos&#8221; regionais fajutos, tenha em mira a sua Meca!</p>
]]></content:encoded>
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